Olá queridos amados e assíduos (ou não) leitores. Estou cá, humildemente, chamando vossa atenção para a minha dissertação sobre o meu conto. Não tão lindo como vocês.
Então, espero que algum leitor seja fã de Six Feet Under, para quem não sabe, SFU é um seriado não tão antigo assim, onde uma família é dona de uma agência funerária, crianças cresceram vendo corpos sendo embalsados no porão, famílias chorando na capela... E no começo da série o patriarca da família morre, trazendo um filho desguiado de outra cidade para poder ajudar o irmão a cuidar da funerária, sendo que a mãe não estava em condições para isso. Uma mãe controladora, com um humor negro refinado e sem sentido de sua prória vida ou o que resta dela. Uma adolecente que não sabe o que quer da vida e acaba experimentando diversas emoções que a vida proporciona, mas muitas vezes ela se dá mal. Um filho gay, controlador e reservado, foi a única pessoa que deixou a sua vida de lado para ajudar o pai a cuidar da funerária. Um filho aventureiro e desligado de tudo, sendo obrigado a tomar conta da funerária após a morte do pai. Deixando isso de lado o que o seriado tem a ver com o meu conto? O começo de cada episódio.
Sendo uma agência funerária, todo o episódio começa com uma morte. Você deve pensar: "Nossa deve ser muito cansativo ver pessoas morrendo", mas não é. NÃO, não pensem que eu sou um sádico louco (só às vezes eu sou), mas é como a morte está relacionada ao episódio, depois de um tempo você para pra analisar cada cena inicial, percebendo o que levou à morte daquela pessoa e sempre o motivo se relaciona com o enredo do episódio.
Então, foi todo esse clima que eu trouxe pro meu conto, não a morte em si, porque isso era muito clichê na história. Como a Dalila diz: "O que importa não é a história e sim como ela acontece".
Então, beijos para quem entendeu o conto.
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