terça-feira, 8 de junho de 2010

Les Chansons D'amour - O único filme que Louis Garrel não fica nu

Acho que estás segurando vela.

Olá queridos leitores. Cá estou eu para falar de um filme que eu deveria ter falado há algum tempo. Um filme que mostra diversas maneiras de amar: Les Chansons D'amour. Então, vamos à história. Um casal resolve fazer uma menàge a troi com uma garota bastante diferente dos dois, no começo parece ser algo excitante, mas o tempo desgasta essa relaçã. Uma desgraça acontece, desenrolando toda a história.
Então, esse filme foi bastante diferente dos filmes franceses que eu já assisti, ele não t deixa cansado ou com aquele ar "será que eu entendi?" (até mesmo quando nós não entendemos), mas sem deixar todo aquele ar de filme francês (tudo bem que a maioria dos filmes franceses que eu já assisti foram ou do mesmo diretor ou do mesmo ator). Se uma leigo (como eu) quiser começar a assistir filmes franceses (que são lindos, além do fato de serem bem, digamos, "excitantes") comece por Les Chansons D'amour.
A propósito, eu me esqueci de mencionar que o filme é um musical (agora a maioria de vocês se decepcionaram). Mas pera, nesse musical, as coisas não ficam maravilhosas quando começam a música, a velha tetraplégica não começa a dar cambalhotas, a caixa de correio não ganha vida e, muito menos, todos os funcionários públicos começam a rir no meio do expediente. As músicas são bem naturais, coisa de personagem com personagem mesmo, letras que explicam mais do que várias falas e coreografias bastante sensuais (não eróticas, por favor, eles não são cantores pops norte-americanos).
Digamos que o filme pode ser estranho para algumas pessoas de mentes fechadas e, sim, todos ficam perguntando-se se o final seria possível na vida real (eu tenho certas dúvidas, mas no fundo, acho, espero, que sim).
Então, para quem achar o Louis Garrel gato, recomendo assistir The Dreamers, filme que tem bastante nudismo e jogo de espelho, pode-se ver as pessoas nuas de todos os ângulos, é só prestar ateção (não eu não sou pevertido, Raphael).



Domingo, eu assisti Whatever works (tudo pode dar certo) do meu querido (queridíssimo pra ser sincero) Woody Allen., eu recomendo, a propósito, vou fazer um post sobre o filme.

Um beijo ao Paulo por me ajudar na minha carência em todos os sentidos possíveis. -rs
Um beijo ao Woody Allen por me ajudar a ver o cenário completo.

Um comentário:

  1. amo menage
    amo franceses
    amo woody allen
    amo a vida
    amo narcisa
    aiq ue loucura
    ai que absurdo
    -Q

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